quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

2013: da seriedade ao sadismo?

Tivemos um 2013 repleto de fatos intrigantes, animalescos e relevantes para a vida em sociedade. Entendo, também, que este foi um dos anos que mais rápido passou na minha vida, e, acredito eu, na vida de qualquer um que tenha perdido a noção do tempo (todos).

Um ano são 365 dias, 52 semanas e 12 meses. Cada dia possui 24 horas. 

Não temos mais noção do quanto o tempo é importante. Hoje as coisas acontecem em intervalos esquisitos, de forma curiosa, quando nós, míseros seres humanos, estamos nos entretendo com partidas de futebol ou novela das 9h. 

Um minuto basta que a internet se esqueça de determinado assunto, que uma nova #hashtag apareça no twitter ou para que uma notícia divulgada erradamente mova milhares de internautas para direções equivocadas.

2013 foi o ano campeão de estranhezas nesse aspecto.

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JUNHO DE MANIFESTAÇÕES

Como quem está sedento por mudança, a juventude brasileira acordou. E caiu da cama.

As manifestações que aconteceram no Brasil, em junho, foram absolutamente desfocadas, interesseiras e publicamente burras. Ao mesmo tempo que as pessoas queriam mudança, não permitiam bandeiras de partidos: isso favorece a quem? É claro que ao governo vigente. Se não há oposição, não há pressão e não há sequer motivo para manifestar!

O jovem brasileiro precisa entender o quanto é importante ser intelectualmente honesto. Vivemos em um contexto político e partidário, vivemos em um contexto onde os partidos buscam por apoio e atenção. Isso não pode ser proibido. Isso leva ao segundo ponto: quem são esses manifestantes?

Eles querem passe livre pra transporte público, mais educação (pública), mais saúde (pública), mais segurança (pública), mais... (corrupção) pública também? Não sabem que quanto mais estado, mais roubo e corrupção? Esses manifestantes são de esquerda. E são mesmo de esquerda. Sabem que a política que a Dilma faz é absolutamente capitalista. Capitalista de estado. Estado forte, corporativismo feliz. 

O capitalismo estatal favorece grandes corporações em troca de apoio político. Ao mesmo tempo, cria diversos aparatos para impedir a livre iniciativa e a concorrência saudável entre as empresas. Tendo cada vez menos empresas portadoras do "poder" e da "produção", o que o Capitalismo de Estado faz é tornar os bens materiais e serviços cada vez mais controláveis, nas mãos de empresas que já se venderam ao Diabo. Mas então por que a Esquerda se manifestou? Porque é burra e não entende como a "new" left atua nos meios políticos. (Parecem que) Não sabem que o socialismo, em modo econômico, já faliu; e que agora se propaga por meio de propaganda e autoritarismo cultural e ideológico. Desafio você, mero leitor, a encontrar alguma chapa de DCE de qualquer universidade púbica federal que foi ou é composta por libertários. Os meios estudantis estão dominados pela esquerda. São massa de manobra. 

Mas então, manifestar por...? 

Os jovens e participantes das passeatas que aconteceram ao longo de 2013 não entenderam isso. Cada um manifestou por uma coisa. Cada partido reivindicou uma coisa. Quando todos devíamos reivindicar MAIS LIBERDADE pras empresas. Mais competitividade. Menos burocracia. Menos impostos e mais voluntarismo. 

FUTEBOL E SANGUE

Ultimamente, futebol tem sido sinônimo de conflito. Todos sabemos que a paixão nacional só é paixão pois há um forte correlato entre amor e ódio. 

Quando há o ódio, o futebol não presta. Quando há o amor, o futebol é maravilhoso.

Retrato do amor: Seleção Brasileira campeã da Copa das Confederações, Neymar brilhando.
Retrato do ódio: Brigas nos estádios e decisões esdrúxulas da Justiça desportiva.

Mais um ano de tapas (e beijos) nas caras de todos. Futebol continua ai, fazendo todo mundo de trouxa.

(Nem vou comentar sobre as decisões do STJD e das brigas, assunto super saturado... PS: A mídia influenciou essa porra toda - nunca vi postar e veicular tantos memes de zoação na internet - vide "bola nas costas" da globo.com)

PAPA FRANCISCO COM 'CISCO' NO OLHO?

Parece que o Papa não teve medo e encarou o Brasilzão de cara limpa.

Falou sobre polêmica gay, transformação da igreja, sexo, juventude... O corajoso chegou até a falar mal do consumismo e do capitalismo selvagem! Olha isso!

A igreja não é mais a mesma: e nem pode ser. O mundo exige mudanças de todos. Há uma transformação muito grande acontecendo e as instituições tradicionais estão correndo para manter o poder.

Mas o papa esqueceu que a igreja ainda precisa dar o exemplo! Seus bispos e padres enfrentam uma crise de reputação e imagem nunca antes vista. Ou o Papa se vira pra Igreja antes de falar dos problemas do mundo ou a imagem e a reputação do pessoal lá de dentro ainda destruirá qualquer opinião do Vaticano.

MENSALÃO E COCAÍNA VOADORA

Depois de quase um ano, fez-se valer a prisão imediata de alguns condenados do Mensalão petista. Dirceu se acha herói, Genoíno é o superman, e o tal do Joaquim Barbosa o "craque" da galera.

Acharam coca num dos helicópteros da família do senador Zezé Perrella, 450 kg de pura maluquisse extrasensorial. 

Tá, né? Fazer o que? "Legalize-já!", diria o presidente do Uruguai. "Pelo menos ele compraria de nós".

ESPIONANDO A CALCINHA DA DILMA

Como quem não quer nada e olha de esguia na fresta da porta da prima trocando de roupa, os EUA mais uma vez foram audaciosos o suficiente para espionar o telefone e computador da PRESIDENTE DA REPÚBLICA BRASILEIRA!!!

Obama teve vontade de rir, é claro, porque viu a Dilma brava, sedenta por vingança.

Da próxima vez ela vai peidar ou arrotar de propósito no microfone do computador. Pra sacanear mesmo. Daí o Obama põe a CIA em algo que preste.

E não foi só a Dilma. Nós, cidadãos brasileiros e a Petrobras entrou na parada. Parece que ninguém escapa.

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Continua...





sábado, 27 de julho de 2013

Escravos da humanidade?

Nos últimos dias estive pensando em algumas bizarrices e inconformidades que somos obrigados a aceitar.

Maioridade penal

Enquanto milhões de pessoas pedem pela diminuição da maioridade penal, hoje de 18 anos, devido aos crimes cada vez mais constantes provocados por menores de idade, uma associação de pedófilos da Holanda está pedindo um tratamento igual ao dos homossexuais. Ora, não percebem que, uma vez diminuindo a maioridade penal, seja pra 16, seja pra 14 anos de idade, a idade de consentimento sexual também cai bruscamente? Uma menina de 12 anos poderá consentir de relações sexuais. Você também é a favor disso?

Escravocracia brasileira

Fato é que nossa constituição de 88 nos garante os direitos essenciais para se viver em sociedade: à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.
Se, seguindo os passos do Uruguai, o Brasil liberar o aborto de embriões, o primeiro direito essencial será ferido. O embrião é parte do corpo da mãe ou é um novo ser humano em formação? Alguns políticos gostam de falar que a gravidez indesejada é uma profilaxia. Agora ficar grávida é ficar doente! Não bastam as inúmeras formas de se evitar uma gravidez? Usar camisinha, transar com mais cuidado, tomar anticoncepcional...? Se a gravidez acontecer, paciência. Por que a mulher tem que decidir sobre a vida de um novo ser? A questão é filosófica: a fecundação promove a junção única de dois códigos genéticos diferentes; a essência absolutamente determinista de um ser com personalidade, afeto, emoção e tudo que um ser humano possui. Matar um embrião em desenvolvimento devido à escolha de seu responsável segue a mesma linha de raciocínio da eutanásia forçada: por considerar que o ser não pensa e não é capaz de tomar decisões, você as toma por ele. A diferença que, na eutanásia, as estatísticas comprovam que A MAIORIA dos pacientes não acordam, tornando o assassinato dessas pessoas uma decisão puramente técnica: para que não se use maquinário e contingente pessoal para cuidar de pessoas clinicamente mortas em detrimento do uso em pacientes com mais chances de viver. Porém, a estatística da fecundidade x nascimento é muito diferente: a maioria dos embriões que são fecundados nascem em saúde e sem problemas. Seria correto impedir claramente a vida desse ser apenas porque ele ainda não pensa? 

Liberdade? Algum ser humano adulto nascido nesse país está livre de pagar impostos? Livre de votar? A liberdade é um direito, mas pagar impostos e votar são 'deveres' em prol da coletividade. Onde está a coerência?

Igualdade? Então, mesmo sendo muito mais burro, posso pedir igualdade de salários com quem estudou e trabalhou a vida inteira em determinado assunto? Mesmo que esse direito essencial seja, em sua natureza, ridículo, ele não é exercido plenamente. A tentativa de promovê-lo só demonstra como o político brasileiro é burro e incapaz. Igualdade por condição é um agente alimentador da própria desigualdade; você considera que as pessoas que merecem receber ajuda precisem estar em determinado nível ou caráter social, ao invés de propor o benefício a todos que precisarem. Cotas raciais e sociais são exemplos disso.

Segurança? Cadê a minha liberdade de ter uma arma de fogo?

Propriedade? OK, se eu for médico a partir de 2015 perco a propriedade do meu próprio corpo. Eu serei obrigado a trabalhar 2 anos para o governo, isso sem qualquer tipo de contrato prévio. Se dá como condição sine qua non para exercer tal profissão. Meu dinheiro não é meu! 40% dele é do Estado! Propriedade? Cadê a propriedade?

São direitos essenciais garantidos pela nossa constituição federal de 1988. TODOS ELES SÃO FERIDOS! 

Estamos realmente livres?

A saúde é um direito humano?

Esses dias atrás vi um vídeo que me fez pensar: será que a saúde e a educação são direitos humanos?

E por incrível que pareça a resposta que cheguei foi: não, não são.

Por que?

Porque PRECISAMOS dos médicos e enfermeiros. E s
e você considerar que a liberdade de um indivíduo se expande até o ponto que a liberdade de outro indivíduo começa, você deve pensar, que, desse modo, a iniciativa do médico oferecer seu trabalho deve SER LIVRE.

Portanto, a decisão do médico, se consideramos a saúde um direito humano, é negada. Ele deve obrigatoriamente usar o trabalho para fornecer saúde. É basicamente tirar de um para dar ao outro: um princípio claro do coletivismo; a escravidão travestida de humanidade, onde as pessoas ajudam por obrigação e não por solidariedade e voluntarismo.

Culpa de quem? De todos nós que precisamos de ordens e forças maiores para agirmos em prol da nossa evolução. Chega de dar ao Estado a decisão que deve ser nossa: vamos ajudar por nós mesmos; deveríamos ter esse direito antes de tudo.


segunda-feira, 29 de abril de 2013

Você questiona as suas crenças e opiniões?

Eu não sei se deveria escrever esse post. 

Muitos vão me criticar apenas murmurando qualquer palavra de reprovação ou desgosto na frente do computador. 

Alguns vão falar publicamente, não porque querem discutir através de argumentos e do debate, mas sim por julgar estar participando de uma batalha: gladiadores das palavras, das atitudes, dos gestos cidadãos. 

Brigas. Até por quem faz melhor tal coisa. Até por quem respeita mais o outro. Ah, não sabia que "ser" melhor do que o outro e se sentir bem por causa disso era pré-requisito para a caridade e amor ao próximo.

Eu fico me perguntando se estou maluco. Se devo mesmo publicar o que passa por minha mente. Mas ao mesmo tempo acho que estou ficando mais são por me considerar muito normal ao ser maluco. 

Afinal, por mais clichê que seja, todos nós somos malucos. Alguns sabem disso, outros nem fazem ideia. Pelo menos sei do que tá rolando...

É... Quantas vezes nos deparamos com situações em que não conseguimos ter determinada posição? Um assunto polêmico, uma briga inusitada na família, um determinado momento no trabalho... Situações controversas, difíceis de serem controladas e entendidas.

Pois bem. Essas situações nos mostram muitas coisas. A primeira é que somos absolutamente despreparados para encarar contingências, sempre esperamos mais ou menos as mesmas coisas o tempo todo. A segunda é que por mais frios, racionais e inteligentes que sejamos, nunca vamos conseguir chegar à solução perfeita. Não porque não somos capazes, mas sim porque conseguir a solução perfeita é algo impossível. Sim, o impossível existe. E é presunção demais do ser humano achar que não.

Enfim. Esses dias uma situação desse tipo me afligiu a mente. E o tema, já bastante banalizado, foi a união civil homoafetiva. 

Creio que a maioria de vocês que estão lendo esse post já tem uma posição sobre o assunto. E já me adianto: eu ainda não tenho.

Os motivos pelos quais ainda não tomei essa posição são variados. E todos, absolutamente todos, fazem sentido apenas para mim. Sim, essa é a lógica da crença, ou prefira dizer, opinião, em um assunto no qual a ciência não é a melhor aliada. Direitos Humanos nunca foi ciência e nunca será. É uma questão de prática, poder e justiça.

Consideravelmente tivemos muitos problemas com a raça humana em geral. Escravidão dos pretos (ou negros, leia conforme deseje entender), banalização do sexo feminino, discriminação com homossexuais, e etc. Os Direitos Humanos, então, chegou para erguer entre esses paradigmas de crença uma ORDEM, uma justiça, que seja, para obter o controle sob as partes conflitantes.

Sim, o objetivo é propor igualdade entre os homens e mulheres, de qualquer cor ou etnia. Obter justiça entre os que se consideram excluídos e discriminados.

E que pena que os Direitos Humanos existem! Precisamos que uma parcela da elite intelectual mundial decida por nós algo que deve ser orgânico e natural. Enfim, é o preço que se paga por uma sociedade corrupta. Mas esse é tópico para outro post.

Vamos lá. Quando fiquei pensando no papel dos Direitos Humanos, percebi que absolutamente qualquer minoria, com as devidas reivindicações lógicas e justas, deve ter o seu pedido por "aceitação" considerado.

Afinal, a população em si, a sociedade, a cidadania, não é exercida durante uma decisão sobre direitos humanos e constituição. É uma decisão elitista, baseada em senso comum de um parlamento e não de toda a sociedade.

Por exemplo, a nossa Constituição Federal, feita em 1988, já conta com mais de 73 alterações em seus artigos. Isso é quase uma alteração por trimestre! Nos Estados Unidos ela foi modificada apenas 27 vezes desde 1787.

Beleza, primeiro não participamos das decisões que vão compor a nossa lei, a nossa Carta Magna de convivência social (sei que você vai falar que escolhemos representantes para escolher e decidir por nós - desde 1900 e bolinha as grande indústrias e bancos controlam as câmaras e senado. O Lobby político lá dentro é quase unanimidade - só não é porque alguns fingem não ver para não se assustarem)

Segundo que decidem MAL pra caramba! Que tanto de mudança é essa gente?!

Pra vocês verem... Vão mudar a lei do casamento agora. Por que?! Porque lá atrás o definiram como sendo apenas para pessoas de sexos distintos! Se houver algum erro, ele aconteceu lá atrás! Em 1988! 

Ok. Então vamos lá. 

Eu disse aqui que não sei que posição tenho sobre a união homoafetiva. Então agora vou dar alguns motivos por eu NÃO TER POSIÇÃO ALGUMA:

1) Os casais homossexuais são minoria em nossa sociedade. Minoria absolutamente declarada por pesquisas - mesmo que não confiáveis. A minoria, em normatividade, não possui nenhum poder de decisão. O voto por exemplo, é considerado pela maioria. Nesse caso, o papel é dos Direitos Humanos. E mais uma vez, os Direitos Humanos são formados através de uma elite intelectual do mundo. (perguntas como: quem são essas pessoas, onde estão e o que fazem ninguém sabe responder). Nesse caso, então, uma minoria está mudando a constituição sem autorização da sociedade em geral. Portanto, a mudança da constituição sem a devida consulta ao povo é criminosa. (assim como a lei das cotas e outras coisas...) 

2) O casamento, como nós conhecemos, foi algo criado pela Igreja Cristã e apropriado pela Constituição Federal. Portanto, utilizar os mesmos PADRÕES e LEGISLAÇÃO para algo novo, baseado em ideais contrários ao da fé cristã é absolutamente inconstitucional ao denegrir a imagem e a ideologia das pessoas que seguem esse tipo de crença. Nesse caso, como dito acima, o problema mais uma vez foi na criação da Constituição usando parte de uma criação religiosa como base. Ou seja, o casamento, nesses moldes e terminologia, não deveria nem ser criado. Um exemplo era a validez do "adultério" até 2004. Até essa data, era possível punir um cônjuge por infidelidade - mais um ideal TOTALMENTE cristão. Por isso, pensando logicamente, o "casamento" deveria ser extinguido a partir do momento em que a união homoafetiva for aceita.

3) Partindo da premissa dos Direitos Humanos, todos possuem o direito de ser feliz, desde que essa felicidade não invada a liberdade de outro indivíduo, instituição ou governo. 

Pensando dessa maneira, e levando em consideração que a família possui a guarda de seus filhos até os 18 anos de idade aqui no Brasil, e dessa forma, o direito de criá-lo e tratá-lo como bem entender, desde que não haja violência física e nem moral, a união homoafetiva afetará sim filhos de outros casais em geral, na escola os filhos de casais heteros vão se encontrar com filhos de casais homo e assim por diante. 

O contato entre eles será constante e nesse caso, os pais que não desejam esse tipo de relação, por terem absoluto direito de criar o filho, vão ter que "engolir". A família vai perder a autoridade ideológica e moral sobre o filho e dessa forma, terá sua liberdade invadida - isso já acontece, e muito, através de diversos contatos escolares, sociais e virtuais: o bullying, a influência dos amigos e as redes sociais definindo comportamentos... Porém, legalizar algo contrário à ideologia da maioria das famílias brasileiras é um crime (não se sabe se é maioria ou minoria ainda - pois não há nem sequer indícios de voto ainda), assim como falei acima, e portanto, deve ser algo VOTADO, decidido por meio do VOTO, pela cidadania.

Ok, vamos considerar então que você ache que o parlamento pode sim tomar essa posição sem nos consultar e/ou mesmo nos consultando que o lado a favor da união homoafetiva deve vencer, mas levando em consideração a premissa de Direitos Humanos citada acima, a sociedade então deve aceitar socialmente o incesto - ou sexo entre familiares de primeiro grau - e o sexo com animais. Por exemplo, essas duas situações sequer estão em nossa constituição. Mas a sociedade a reprova, de maneira quase religiosa, quando não há, baseando-se em argumentos e coerência, nenhum motivo para isso. Portanto, se você é a favor da união homoafetiva - direito humano em que uma pessoa exerce sem afetar diretamente a liberdade de outro indivíduo, você deve ser a favor da normalização do incesto e do sexo com animais (por exemplo). É difícil de acreditar nisso, né? Mas é assim que funciona, a não ser que queira ser considerado hipócrita e contraditório, né?

4) Mesmo entendendo que a união entre pessoas do mesmo sexo é algo absolutamente natural, não consigo imaginar, ainda, quais os impactos imediatos que os filhos adotivos desses casais sofrerão. Existem pesquisas que concluem de maneira incrivelmente distinta sobre isso. E nesse caso, não há alguma unanimidade na comunidade científica sobre isso. Portanto, não há resultados conclusivos. E assim, como as crianças são o futuro de nosso planeta, é muito importante descobrir se serão de alguma maneira, afetadas, como sabemos que acontece em creches, orfanatos, casais heterossexuais visivelmente sem condições, etc. O que precisamos saber é se isso vai ajudar ou piorar o futuro de nossas crianças, pois isso é de interesse comum e mais uma vez, deve ser decidido por todos. 

5) Não acharia nem um pouco estranho se houvesse um plebiscito sobre o tema. Afinal, teve até sobre as armas e tal. Não seria grande vergonha.

***

Deve ter sido uma tentativa frustrada de passar meu ponto de vista. Apesar de tudo, devo ter me expressado muito mal, mas espero que entendam que para se tomar uma posição deve-se analisar muito bem os fatos entorno dela. 

Se você leu até aqui, obrigado. Convido você também a deixar sua opinião abaixo para enriquecer os nossos conhecimentos sobre o tema.

Até mais!

Raphael Rosa

sábado, 6 de abril de 2013

Somos livres! Manifestamos e lutamos pelos nossos direitos!

Quantas vezes você parou em frente a TV e xingou aquele deputado, ministro, senador, presidente...?

Muitas, né?

Na verdade, pelo menos uma vez na vida você deve ter feito isso. Ou com o Collor ou com o Sarney. Considerando que você seja alguém ligado nos acontecimentos e tenha mais de 16 anos, né?

Agora, você com certeza deve ter um ótimo motivo pra ter feito isso, né?
O cara deve ter roubado dinheiro público, investido errado em algum setor do nosso país, feito contratos esdrúxulos com empresas fantasmas, deve ter empregado vinte familiares como assessores e secretários... 

É isso mesmo, os caras são uns ladrões. Canalhas. Não merecem estar naquela posição.

Você já deve ter visto na TV, nos jornais, nas revistas de grande circulação e no rádio... Nas redes sociais, no trabalho, na faculdade e na igreja. Em todo lugar escutamos e falamos sobre a canalhice do Marco Feliciano, do Renan Calheiros, da Dilma, daquele escroto do José Serra...

Todos nós odiamos esses caras. Uns mais que outros, claro. 

E aí começamos a fazer alguma coisa: lutamos pelos nossos direitos, pela justiça, pelo amor, pela igualdade, pela educação, saúde...

Lutamos muito, manifestamos, assinamos petições online (sic), gritamos nas redes sociais, falamos com nossos amigos no trabalho, na faculdade... Opa, peraí.

Voltamos à situação acima, certo? As manifestações aparecem na TV, no rádio e nos grandes jornais e revistas. As conversas do William Bonner e da (ex) Fátima Bernardes se tornam conversas do Augusto e do José na padaria.

Tá, mas Raphael, você não pode dizer que uma manifestação popular não atinge o governo!

Posso sim, aliás, isso já aconteceu tantas e tantas vezes. Na verdade, atinge quando o governo quer. E muitas vezes ele realmente quer!!! 

Ok, vamos por partes, você não deve estar entendendo o fio da meada.

Quando nos mobilizamos por alguma coisa, todos nós temos praticamente a mesma fonte de informação (como falei acima): em primeira mão, os meios de comunicação em massa - TV, rádio, jornais e revistas de grande circulação na web e em impressos - e também as redes sociais - que seus conteúdos virais, de relevância política, na maioria absoluta das vezes, são os mesmos dos meios de comunicação em massa.

São três coisas que fazem um conteúdo se espalhar na web e via boca-a-boca: o impacto, o humor e a CONTRADIÇÃO (ou conflito).

Como assim?

Na maioria esmagadora (99,99%) dos casos em que uma notícia, vídeo, conteúdo qualquer, foto, ou qualquer outra coisa viralizou na web ela possuia pelo menos um desses três fatores.

Pode fazer o teste. Pense em todos os memes que você já viu. 

Ok, agora vamos voltar ao assunto principal.

Já sabemos que conversamos sobre conteúdos impactantes, humorísticos ou conflituosos na maioria das vezes e que esses nos fazem MOVIMENTAR.

Nos fazem agir: compartilhar algo, conversar, criticar, gostar ou até mesmo sentir. Com certeza você não ficará indiferente.

Ok... mas se esses conteúdos nos fazem agir, então quer dizer que as notícias que passam no jornal nacional geram uma reação imediata nas pessoas? 

Isso mesmo! Esqueça sobre credibilidade, veracidade e respeito.

Quando vemos ou ouvimos algo que está sendo falado pela maioria do Brasil, refletido pela TV, rádio, Facebook, ou qualquer outro meio de comunicação, no MESMO MOMENTO, passamos a absorver aquela informação como senso comum.

Comum. Fato. Comprovado.

Beleza, então se a Globo amanhã passar um plantão de notícias no meio da tarde avisando que descobriram a cura do HIV, todos falarão disso nas redes e nas ruas, certo? Certo.

Uhn. Então agora você tem certeza que as grandes mídias exercem um certo efeito sobre nós. 

Agora, vou explicar pra você que elas PROVOCAM determinado efeito em nós.

Marco Feliciano é o maior exemplo disso: aparece todos os dias na TV e nos grandes jornais; as redes sociais só falam dele.

Enquanto isso, outros políticos ladrões e safados continuam lá em cima, fazendo o que bem querem.

Quanto mais protestarem contra o Marco Feliciano melhor. Quanto mais se preocuparem com essa crise fria entre as Coreias melhor. Quanto mais se distanciarem do real problema melhor.

E isso acontece através dos conflitos, da dualidade, do "bem e do mal", certo ou errado. Gays x Evangélicos, PT x PSDB, Apple x Samsung, Coreia do Norte x Coreia do Sul (EUA), Capitalismo x Socialismo, Ateus x Cristãos, Vegetarianos x Carnívoros, Funkeiros x Rockeiros, e por aí vai... 

As grandes mídias utilizam esses conflitos pra gerar confusão em nossa mente. Uma ilusão de que existe um lado melhor do que o outro, de que deve-se procurar um lado e não o EQUILÍBRIO, que é o mais sensato. Na verdade, pelos vários pontos de vista que existem no mundo, ter a pretensão de se dizer possuir a melhor opinião ou o melhor "lado" é no mínimo irresponsável.




A questão é que as grandes mídias e o senso comum costumam nos distanciar de nós mesmos, sempre colocando a culpa dos problemas do mundo em alguém, em algo determinado, específico, personalizado. 

Quando, na realidade, o maior problema da sociedade somos nós. Em conjunto. Tenho certeza que pelo menos uma vez na sua vida você já deve ter feito algo corruptivo, por coisa simples ou simplesmente para ganhar vantagem em algo: uma mentira (ou omissão estratégica, rs), uma manipulação, um preconceito - por menor que seja, uma rasteira, enfim...

Muitos dizem é a "selva da vida", a "selva do mercado", "os fins justificam os meios", dentre outras frases. Sim, você fura fila porque a padaria é desorganizado demais. Você cobra mais de determinado cliente porque sabe que ele pode pagar. Você favorece pessoas na sua vida que podem te beneficiar de alguma forma no futuro. Você mente para sua família. Você desrespeita pessoas que pensam diferente de você.

É claro que estou generalizando né pessoal. Mas a ideia é mostrar que temos os mesmos defeitos da galera que está no comando desse país. Só que lá os problemas são maiores, e os defeitos passam a ser abastecidos cada vez mais. A sujeira não tem fim. 

Quanto mais focarmos o problema neles, menos olharemos para nós mesmos.
Devemos entender que precisamos mudar o nosso íntimo, a nossa conduta, filosofia e razões de vida; precisamos conscientizar nossa família desse problema, nossos amigos e colegas devem saber do que está acontecendo com nós.

Nós estamos cada vez mais falidos. Sempre mais dependentes de comunicações massivas, redes sociais, conectar-se com outras pessoas, para nos aderirmos a sensos comuns, a ideias pré-formuladas, fáceis de digerir.

Precisamos nos libertar da informação mastigada. Do coquetel mortal e da lavagem cerebral que estamos sujeitos.

Eles querem ser o problema. A elite (políticos e governantes) quer ser o alvo. Eles sabem que isso não muda o mundo, só faz ficar cada vez mais igual ao que é hoje.

Temos a ilusão de que estamos lutando por algo diferente, mas lutamos pra ficarmos iguais. A raiz da sociedade (os bebês que nascem hoje) vai ser exposta à esses mesmos meios de comunicação massivos: TV, portais de notícias e principalmente redes sociais, onde acontece a maior ilusão do mundo (onde achamos que vamos encontrar informações relevantes e encontramos apenas o mesmo da TV e de grandes sites.)

A família e a escola têm papel muito importante no crescimento dessa nova geração. Devemos prepará-los para viver um mundo de respeito, consciência, caridade, razão e prosperidade. Se os filhos do amanhã crescerem com pais corruptos, desrespeitosos, inescrupulosos, violentos, manipuladores e ignorantes em conjunto escolas desestimulantes, com certeza teremos os políticos de amanhã piores aos de hoje.

A verdadeira manifestação ou luta está em nossa família. Vamos começar por onde realmente temos influência. Dessa vez, o objetivo é se tornar cada vez melhor.



Um abraço.

Raphael Rosa.











domingo, 17 de fevereiro de 2013

Aquele sobre a "revelação" cósmica e a surpresa do insignificante.

Bom, na verdade eu nem saberia como fazer uma introdução serena, digesta e comum para vocês. A única coisa que me sinto obrigado a fazer é pedir que não acreditem no que vou escrever. O post, bem como suas teorias e indagações estão sendo levantadas com o propósito fundamental da reflexão, que, tomando como base o caminho da verdade, sem ela não há final feliz. Outra coisa que acho importante dizer é que provavelmente será um assunto bastante polêmico e complexo, e que, portanto, tenham cuidado na hora de refletir. Parcimônia e razão sempre.


*

Tudo começou quando, há mais ou menos um ano atrás, eu estava vendo o canal History Channel e vi que um programa chamado "Alienígenas do Passado" iria ser a próxima atração. A primeira coisa que pensei foi: "Putz, bacana. Nunca vi falarem disso antes!". Então decidi ver o programa. Felizmente ou infelizmente, aquilo me marcou de uma forma que eu nunca vou esquecer (fiz um post no blog até recentemente sobre o assunto, clique aqui). Na primeira madrugada após o programa já busquei sobre o assunto no YouTube e vi dezenas de vídeos que falavam do fato de termos sido visitados, em tempos remotos, por reais civilizações extraterrenas e que elas teriam influenciado a nossa maneira de viver.

Chocado com isso tudo, em meio a tantos fatos e provas da veracidade disso, busquei ainda mais. Comprei um livro, no meio do ano passado, de Erich Von Daniken, que, em 1978, compilou os seus estudos acumulados em 20 anos em um livro chamado: "Chariots of the Gods?", traduzido aqui no Brasil para "Eram os Deuses Astronautas?". Li o livro em um dia. Foi tanto choque e emoção que passou a ser um campo muito importante em minha vida. 

De fato, existem muitos malfeitores se aproveitando dessa teoria e desses estudiosos para gerar desconfiança e ridicularizar os estudos de muita gente capaz e responsável que busca, o tempo todo, procurar fatos e verdades indiscutíveis. Isso, em todo caso, acaba sendo normal visto a busca pela posse dos dogmas autoritários que comandam milhões - bilhões - de pessoas no mundo todo. Ressalto, novamente, que o ÚNICO objetivo dessa teoria e dessa nova filosofia é gerar a REFLEXÃO e não admitir ter a posse da verdade universal, excluindo todo o tipo de fanatismo e maniqueísmo presentes nas maiores religiões do planeta.

(Creio que o post vai ser bem longo, então, se quiser buscar um sanduíche ou tomar um café enquanto lê, não vou lhe julgar! rs)

Bom, assim como estava falando, depois de tomar conhecimento dessa nova teoria dos "Antigos Astronautas" (termo muito usado para designar a teoria acima exposta) fiquei automaticamente incrédulo em Deus e um cara totalmente sem fé. Para mim, tudo aquilo mostrava a grandeza do nosso universo e a "maldade" de seres que, tecnologicamente mais evoluídos, estavam fazendo de nós uma raça "escrava". 

No entanto, passado algum tempo, tive contato com o Espiritualismo Universalista que considera totalmente a hipótese AA (a teoria dos antigos astronautas), mas não exclui a evidência de termos "almas" ou "espíritos" e que passamos por diversas existências, tanto na terra como em outros planetas, a fim de fazermos o nosso espírito evoluir cada vez mais até chegar um momento em que se consiga amar incondicionalmente. Tive essa primeira reflexão assistindo um vídeo de Jan Val Ellam, um dos precursores do Espiritualismo Universalista.

É óbvio (apesar da obviedade ser, de fato, burra) que não conseguirei externar da mesma maneira que Ellam o que ele pensa. Então preferi passar um pouco das minhas reflexões sobre todo o assunto. Farei isso mostrando toda a minha visão sobre o cosmos e sobre o mundo espiritual. (como já disse, com o objetivo fundamental da reflexão)

1. Não estamos sozinhos no Universo

Já deixou de ser, há muito tempo, forçoso e ridículo pensar que somos os únicos seres inteligentes do Universo. O espaço cósmico, em sua imensidão infinita, com todos os tipos de estrelas, galáxias e planetas, abriga vida de diferentes formas, imaginadas e não imaginadas, parecidas ou não parecidas com a nossa. Seria arrogância demasiada e imprudente excluir a possibilidade de vida extra-terrena. (Se ainda tiver dúvidas sobre a imensidão do espaço e suas possibilidades, veja esse vídeo

No entanto, muitos ainda dizem ser impossível que uma civilização inteligente contate a outra diante do espaço-tempo. Falaremos sobre isso adiante.



2. O fator espiritual já é aceito por grande parte da comunidade científica


Para começar este assunto, vejamos um diálogo fantasioso:



Pessoa: "Você acredita na existência de átomos e moléculas?"


Teórico: "Não só acredito, mas sei que eles existem"


Pessoa: "Como você pode provar isso?"


Teórico: "Não lhe posso oferecer nenhuma prova como aquelas apresentadas nos tribunais; inclusive nunca os vi, toquei ou mesmo os senti de alguma maneira, nas formas que penso que sejam. O que me faz saber que os átomos e as moléculas existem é um conjunto de evidências experimentais, um conjunto de provas. Nenhuma delas por si é suficiente par provar a existência dos átomos ou das moléculas. Vendo a coisa de outra maneira, todo esse conjunto de evidências experimentais ou de experimentos só pode ser explicado, entendido, racionalizado, por meio da admissão da existência dos átomos e moléculas, e essa miríade de experimentos é que constitui "a prova". Cada um dos experimentos, considerados separadamente, pode até ser explicado por outras hipóteses ou teorias, mas até hoje ninguém encontrou nenhuma outra alternativa que desse conta de todo o conjunto de experimentos considerados, a não ser a "teoria atômico-molecular". Um dado experimento pode ser explicado pela hipótese de que a matéria é contínua, alguns outros também, mas há muitos outros que não. Podemos até inventar hipóteses as mais estapafúrdias, mas com lógica e bom senso perceberemos que poderão dar conta apenas de alguns poucos fatos. Não vou citar aqui os experimentos; nas bibliotecas encontramos centenas e centenas de descrições deles."


Se trocarmos as palavras átomos e moléculas por espíritos ou almas, o mesmo diálogo pode elucidar sobre a existência dos mesmos em sua forma como "pensamos" que sejam.


Um desses conjuntos de evidências se dá através dos estudos sobre a glândula pineal. A comunidade acadêmica-científica mundial está convicta a aceitar o fato de que esta glândula funciona como uma "antena" (pois a glândula é constituída de cristais de apatita - um metal muito condutor de energia) que capta ondas eletromagnéticas do ambiente e que são interpretadas pelo nosso córtex cerebral através de estímulos neuroquímicos. A pineal seria responsável por nortear as teorias da telepatia, da clarividência e da mediunidade. Dessa forma, podemos concluir que o fato de termos "almas" ou "espíritos" já é de fato CONSIDERADO pela ciência na formação de alguns postulados. 

Mais uma observação acerca do tema: a comunidade médica mundial é orientada, através de um documento oficial, a não excluir a possibilidade de intervenção espiritual em casos de esquizofrenia, convulsões, telepatia, dentre outras doenças que possuem interpretações a perder de vista.

3. Fomos visitados, em tempos remotos, por seres cósmicos

Com base em muitas evidências, estudiosos afirmam que existe a possibilidade de termos sido contatados, no passado, por seres extra-terrenos. Textos antigos, construções misteriosas e símbolos sugerem que as nossas civilizações, em toda parte do mundo, caracterizavam a existência de Deuses e Seres voadores (Na Bíblia, os anjos, no Egito, os pássaros com cabeça de humanos, Na Índia, as Vimanas, etc - veja mais aqui, aqui e aqui), que desciam dos céus para julgar a raça humana. Em todo momento, eles eram acompanhados de "fogos", "luzes", barulhos estrondosos e geravam muito medo.

Em alguns casos, podemos ver que alguns desses Deuses tinham profetas como seres humanos (Moisés, o Deus Sol do Egito etc) e que estes eram considerados semi-deuses pela população e que eles podiam se comunicar com os verdadeiros Deuses do céu. As evidências dessa teoria você pode encontrar na Web com facilidade e os estudos sobre esse aspecto se prolongam há mais de 30 anos, sem nunca terem sidos totalmente refutados.

3. Qual foram os motivos das visitas dos seres cósmicos ao Planeta Terra?

Agora chegamos em um momento crucial, que já não é baseado mais em fatos e constatações incontestáveis. Chegamos no ponto reflexivo fundamental.

Para refletir sobre este ponto, vamos utilizar alguns textos da Bíblia, do Livro dos Espíritos de Allan Kardec, de alguns estudos científicos, das escrituras antigas de Enoque e dos primeiros "rabiscos" dos habitantes da ultrapassada mesopotâmia.

As primeiras escritas em pedra da mesopotâmia



O mistério acerca da civilização suméria persiste. Durante toda a existência de nossa civilização atual (pós Cristo) os teóricos e cientistas tentam entender como aquela civilização tão antiga conseguiu reunir avanços científicos tão sofisticados que só ultimamente fomos alcançar. 

De uma maneira esplêndida esses habitantes da Suméria escreviam e cunhavam em pedra todas as suas "descobertas" e avanços. Além de serem extremamente calculistas e detalhistas, possuíam um talento artístico enorme (vide imagem acima). Quanto às suas construções, elas eram magistrais, enormes, épicas e muito bem desenhadas, arquitetadas e planejadas. Técnicas de engenharia que até hoje são desconhecidas foram utilizadas para construir obeliscos, pirâmides e outros monumentos.

Um dos inúmeros fatos curiosos e que pode significar o contato dessa civilizações com seres extra-terrenos é essa imagem:



Sem ter absolutamente nenhum meio de se locomover no espaço e sem nenhum indício de telescópios essa civilização incrivelmente notou a presença dos nossos 11 planetas do nosso sistema solar e mais um, aparentemente "inventado", como sendo o 12º planeta. Muitos insistem dizer que este é NIBIRU ou o Segundo Sol, segundo a mitologia dos Annunaki (os Deuses da civilização suméria - tradução: aqueles que desceram dos céus)

Vamos lá, existe a possibilidade de isso ser pura fantasia, ficção ou simplesmente o acaso? Existe.
Mas, será que de fato seria?

Feliz ou infelizmente, muitas provas dizem que não. Quase todas as mitologias, religiões e tudo mais ao redor do mundo demonstram muita similaridade nas questões chave. Deuses que descem dos céus, fazendo muito barulho, causando explosões, mostrando poder e dominação. Será que a mente humana seria capaz, naquela época, de criar uma ficção tão complexa, pura, subjugadora, inteligente...? E apesar disso tudo, seria a mente humana, naquela época, telepática, para que as mesmas mitologias e lendas fossem criadas similarmente em todo o planeta?

Os Annunaki, segundo os sumérios, foram os criadores da raça humana. Manipularam os genes de alguns seres bípedes que existiam aqui na Terra e transformaram-nos em mentes capazes de raciocinar e ter consciência. Olha só! Coincidência uma civilização 3000 anos anterior ao Jesus Cristo afirmar que os seres foram criados, assim como dizia Moisés, Abraão e outros profetas por Deus ou Deuses?

Seria pura fantasia daquelas mentes "desocupadas"? Daqueles seres que dedicavam quase toda as suas vidas construindo e vivendo para os Deuses que eles sempre veneravam? De onde veio tanto respeito?

Curioso... não?

*

Ultimamente tenho "estudado" um pouco sobre uma matéria que muitos considerariam insignificante ou até mesmo desimportante para a vida moderna.

Existe uma teoria (mas prefiro usar o termo filosofia), que, chamada de Espiritualismo Universalista, engloba a existência de seres inteligentes no cosmos e no mundo multidimensional, que podemos chamar de Espiritualidade ou Mundo Espiritual. Ela tem como base alguns princípios, que são regentes:
  • As religiões são criações do gênio humano e não são imposições de Deus e dos espíritos;
  • Não existe corrente de pensamento a monopolizar as verdades relativas de ponta ou absolutas;
  • Há caminhos diferentes para se atingir a evolução espiritual, dentro e fora de religões;
  • Mais importa a conduta ética, amorosa e fraterna do que a ideologia, cosmogonia, fé ou organização religiosa (ou congênere) escolhidas;
  • São contraproducentes e inócuas disputas por qual o melhor guru ou líder espiritual da humanidade;
  • Todas as contribuições ao esclarecimento espiritual e consciencial são válidas e relevantes, merecem respeito e apreciação sem preconceito, devendo-se extrair cada ideologia o que nela houver de proveitoso ao aprimoramento do indivíduo e da sociedade.
Sem dúvidas, e sendo inteiramente honesto, me agradou e tranquilizou muito o fato de haver um nome para o que muitos dizem "ser" aqui na Terra. Muitas pessoas sem religiões, que acreditam em algo maior e superior, e que não desprezam a razão e o conhecimento infinito. Isso sim é procurar a evolução espiritual interior e buscar a reforma íntima eterna. 

Enfim, queria destacar o último princípio, no qual fala sobre a validez de se contribuir com conhecimento em algo relevante e com proveito ao aprimoramento humano em geral. Em resumo, é o que busco fazer com esse post. Transmitir um pouco do que li, vi e intuí durante alguns meses de estudo. 

Voltando sobre o espiritualismo universalista, alguns dos precursores dele foram o o filósofo e educador catarinense Huberto Rohden, os advogados Hercílio Maes e mais recentemente, Carlos Alberto Tregnago, o radialista Alziro Zarur, fundador da LBV (Legião da Boa Vontade) e principalmente as obras do médium e filósofo Jan Val Ellam, autor de mais de 15 livros que envolvem temas relacionados ao Universalismo Espiritualista.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Tudo está conectado.

Uma simples atividade não-diária te move rumo ao desconhecido.

Você pode tomar decisões importantíssimas pra sua vida porque decidiu pegar um caminho diferente pro trabalho ou porque simplesmente se sentou em outro lugar em sua sala de aula.

Nossas vidas são marcadas por processos e caminhos muito parecidos com diagramas - e sim, você os controla - e seus destinos são traçados conforme
você vive. 

No entanto, já parou pra pensar nos motivos de fazer algo não comum ou não convencional? Para mim, sempre pareceu que houve uma conspiração espiritual para que eu tomasse determinada decisão ou tivesse tal atitude perante qualquer fato.

Note que mudanças no dia-a-dia temos todos os dias, isso não é segredo. E se você for começar a observar nitidamente o que muda seu caminho - ou seja, o seu diagrama da vida - você acabará percebendo que foi uma força fora de seu controle.

"Nossas vidas não são nossas.
Estamos vinculados a outras, passadas e presentes.
E de cada crime, e cada ato generoso nosso,
nasce nosso futuro."


Cloud Atlas - 2013


sábado, 12 de janeiro de 2013

alma

Impressiona como soma
a verdadeira faceta da alma
calma, e falsa

Inteira, se é, somente
se pode
causa
consequência.

Luto por lutar
luto por morrer
luto. por viver.

luar que ninguém entende
se faz de percebido
não há de quem acende
luz não é aquilo
que muitos acreditam ser

é muito mais do que poderia ser.
é a verdade
da alma, que causa,
que luta, de luto, sem ninguém perceber
e muitos acreditando ser.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Um devaneio meio louco da tarde do dia 10/01/2013

É incrível como as nossas mentes parecem exigir um comportamento aderente ao da maioria.

Todas as vibrações eletromagnéticas dos corpos deste planeta se dirigem para uma única assinatura de comportamento. E a maioria das individualidades que não se encontram nessa vibração se desequilibram muito facilmente, causando mais problemas para si mesmo e para a sociedade.

O que isso significa?

Ciclos criados e mantidos por organizações e instituições de poder mundial controlam o que nossas mentes terão como referência para que possam, sozinhas, encontrar caminhos alinhados com o que elas desejam. Certamente de uma forma que psiquiatras e psicanalistas ainda não entendem, o padrão de comportamento mundial do ocidente, principalmente, é afetado por uma vibração que é cada vez mais forte, pois encontra cada vez mais adeptos.

Exemplos de comportamentos que a vibração padrão de nossas mentes não aceitam por puro condicionamento: não trabalhar, não "comprar um apartamento", não ter carro, não se preocupar com vestimentas, não se preocupar com imagem social...

Viver se tornou bom senso. Temos uma agenda e temos que cumpri-la. 

O grande problema das pessoas que tentam se desvencilhar dessa vibração contagiosa é que elas acabam causando um desequilíbrio enorme no que considero hoje ser um holograma físico entre todos os aspectos da vida.

Mas o que seria isso?

Esse holograma seria a explicação física e "científica" da ligação que todo ser humano tem com qualquer ser vivo e não vivo. É como o efeito borboleta: tudo tem ligação e consequência - um bater de asas de uma borboleta na China causa um tufão nos Estados Unidos (quem nunca ouviu falar disso?). 

Já foi provado pela física quântica atual que a realidade que enxergamos nada tem a ver com a possível representação "particulada" que faz mais sentido da mesma. Vivemos e vemos diante nossos olhos um conjunto de leis da física e química que nos fazem entender o "real" através de processos ilusórios: não vemos o rastro da luz, não vemos o rastro do som, não sentimos quando ondas eletromagnéticas passam pelo nosso corpo... Mas sentimos calor, sentimos frio, entristecemos, ficamos alegres, doentes, e etc. São inúmeras as ilusões que as próprias leis do universo criam para que tenhamos condições de viver.

Pensando dessa maneira, fica difícil pensar que não existe uma inteligência CRIATIVA por trás do nosso universo, das nossas leis quânticas e de tudo que existe. Um ser nos criou, criou o universo, criou tudo o que consideramos ser a realidade. 

Mas qual foi sua motivação pra isso? E por que estamos nessa vibração contagiosa padrão que marca a fraqueza mental da nossa espécie? Por que, se existe então, uma inteligência criativa, existem problemas na criação do universo? Por que as estrelas explodem? Por que as galáxias se colidem? 

Se formos refletir os problemas do universo (são muitos), podemos perceber que, além de existir um criador, entendemos também que ele ERROU em diversas partes ou simplesmente não sabemos o motivo de coisas ruins acontecerem em uma criação que julgamos ser perfeita.

Ilusões.

Julgamos saber de muita coisa quando não sabemos nada. Note que falando da maneira que falei, parece que sei disso tudo. Mas não. É tudo viagem minha. Tudo intuição e não me importo de escrever e divulgar isso. 

Me importo em buscar. Tentar encontrar aquele espaço que até hoje ninguém ousou discutir, pois ele se encontra no nosso íntimo. E cada um sabe o que é a verdade pra si mesmo. 

A minha é essa. Ou um pouco dela.

Um abraço.