A terceira vez provoca anseios de incomodação.
Uma, duas, três. Anseios não recuperados do fôlego dos pássaros que assoviam nos momentos anteriores ao súbito susto de adrenalina que faz o coração bater um pouco mais forte para realizar a vigília, ou, se preferir, o acordar.
De uma forma grotesca, acordamos com uma música alta, mesmo que nunca tenhamos a ouvido. Uma interrupção no nosso modelo de pensar, na nossa estratégia de sonhar e na facilidade de viver o irreconhecível...
De uma forma ou de outra facilitamos as maneiras de acessar o impossível e por isso nada mais me interessa. Impossível hoje é questão de criatividade, missão que não se cumpre se torna falta dela;
Dela. Ela. Sexo feminino. Coisa difícil. Nada mais, porém tudo mais.
Entre tantas, uma.
Uma só.
Várias, mas escolho uma; que agora não sabe decidir. nem nunca. nem sempre. nem as vezes. só no momento, as vezes...
Quero desejar essa canção monótona a uma pessoa que sempre considerei. Você sabe quem é.
Linda.
:)
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